Comédia prova que Deus não existe
03/06/2008 Posted in Deus existe ?, Deus não existe - 598 vizualizações
Desafio qualquer crente a assistir este vídeo de um comediante ateu e não rir, e até mesmo concordar com ele no que diz respeito à não existência de Deus :
Se Deus existe, todos que lerem este post devem morrer dia 27 de agosto de 2009.
07/09/2008 às 9:18 pm
Ri do homem e quase conseguí acreditar que toda a existência veio do “Nada”! Se não fossem algumas IGNORÂNCIAS do palhaço, digo, do apresentador:
Suponhamos que a Matéria não se fez do nada; que a inteligência que (alguns de nós) temos não “evoluiu” duma matéria sem inteligência!
Que pra tanta perfeição da natureza existir houvesse algo(guém) de capacidade comandando!
Enfim, supondo que uma bola imensa (Big bang) não originou, por si só, seres vivos COMPLEXOS, e sim a ação dum SER INTELIGENTE!
1º A religião é sim um absurdo: uma coisa composta por HOMENS, não por um suposto Deus. Ou seja, os homens inventam o que querem pra ganhar dinheiro e induzir as pessoas a serem adeptas, não obrigatoriamente, por isso Deus é uma farsa. Isso é como provar que (São) Nicolau não existiu pelas Estórias do Papai-Noel!
2º Se esse homem soubesse realmente a Doutrina Teológica saberia que ela afirma NÃO existir INFERNO! Sendo essa idéia, uma grande besteira feita pra repreender pessoas no passado (e hoje pra PALHAÇOS formularem argumentos furados) - Hoje se afirma que a eternidade dos que se afastam das “recomendações” de Deus é o oposto a uma vida eterna prometida; ou seja, uma não existência, destruição, a morte somente (na bíblia, INFERNO também chamado de XEOL-hebraico, HADES-grego, SEPULTURA-português; revelam simplesmente o lugar que fica(vam) os corpos mortos que eram geralmente queimados! - Seu bruto! Vai estudar, pra falar!)
3º Ele diz que Deus “não se importa” com sua criação, ressaltando: “Guerras, doenças, mortes, destruição, fome, poluição, pobreza, tortura, crime, corrupção e terminou com uma besteira!” - O desejo dele é que Deus obrigasse todos os homens a fazerem seus projetos! Que nunca tivéssemos tido livre-arbítrio e que Deus ordenasse só coisas boas para nós fazermos!
Leitor, você também queria ser escravo de Deus? Ou que só os outros fossem, como quer o apresentador, pra nunca acontecer nada com Você?
Você queria viver eternamente servindo sem ter escolhido existir? Sem direito de escolher entre o que acha certo ou errado? Acho que não! Seria uma prova dum teórico Criador egoísta! Mas essa teoria é falha.
Ou será que é apenas o egoísmo de pessoas que ESCOLHEM deixar de existir {Inferno}, após a morte, fazendo: “Guerras, [causando] mortes, destruição, fome, poluição, pobreza, tortura, crime, corrupção”?
[E as últimas: “doenças, morte [natural]” materialmente faz o ciclo de vida e mentalmente existem várias conclusões que nenhuma revela um Deus inventado ou uma defeituosa criação] – “Idealizo a vida (por ser relativamente curta) apenas uma oportunidade de ações construtivas ou destrutivas, mas tudo que é matéria perece rápido(pra quê se importar com isso?), então o que vale mais são as construções mentais que repercutem na história humana, logo, a vida é passar o que eu aprendi com ela para os outros viverem melhor”.
4º SE TUDO SEGUE O PROJETO DE DEUS PRA QUÊ ORAR – Se ele não mudasse o projeto dele ao vivo, pra quê viveríamos? Não haveria motivos para se viver se houvesse o pré-destinamento, pois se somos pré-destinados o resultado é o mesmo se ele pulasse tudo e fosse pro final! Mas se temos a chance de mudar, a vida não é em vão.
SUPONDO que tudo é PRÉ-DESTINADO:
Pra quê existem presídios?
Todos que mataram, roubaram, Estruparam, etc não tiveram culpa! Foi a “Lei da Física” que os obrigou a fazerem isso!
Pra quê existem Médicos e Remédios?
Se estiver no destino da pessoa ela Morre ou é Curada sem auxílio de nada!
“Não se preocupe com nada! Por que é só o Destino que vai decidir sua vida.”
SUPONDO que temos o LIVRE-ARBÍTRO:
Temos a chance de mudar muitas coisas à nossa volta;
Podemos decidir entre o certo e errado, lógico, sentindo os efeitos!
Você tem liberdade de fazê o que sentir desejo, por vezes ferindo os outros, e quando morrer (explicando o Inferno) vai parar de pensar. Ou esforçar-se pra fazer os outros felizes, Amar, e ter no mínino uma morte melhor [mentalmente]!
5º Oração atendida 50% - Ele deve achar que esse Deus deve ser submisso ao homem, fazendo tudo que lhes pedem! Estando certo de que praticamente ninguém sabe o que seria melhor pra si, é ilógico, querer que Deus atenda a todos os desejos! E praqueles que sofrem constantemente sem grandes ajudas. Edifique sua mente no que é bom pra que sua vida sirva pra outras OU morra além de injustiçada PELOS HOMENS, uma pessoa egoísta e assim sem ter feito valer sua vida.
6º A VERDADEIRA CRENÇA EM DEUS NA RELIGIÃO CRISTÃ
Segundo estudei:
Deus não pede nada absurdo!
Seus pedidos se resumem em 2 que são inteiramente para melhor aproveitamento da vida(felicidade)
1-Amar a Deus Sobre todas as coisas:
Aconselha-nos a não valorizarmos o material mais que o Racional-social(espiritual), simplesmente pelo “espiritual” perdurar e dominar a utilização do material.
Também a não inventarmos Leis, Rituais e Devoções absurdas para um criador ou Deus.
Nem adorarmos seres que não merecem, lógico, analisando a existência entendemos um pouco o criador.
A adoração é em forma de reconhecimento que um ser criou tudo, lhe deu vida e você se presta a servi-lo, simplesmente por agradecimento, se habilita a:
2-Amar ao próximo como a si mesmo OU Fazei aos outros o que queres que façam contigo
Recomenda vivermos em sociedade harmoniosamente
Passar o que ajuda a outros e fazê-lo crescer “espiritualmente”
Ajudar se colocando no lugar do outro
Adorar o Sol e rezar a um homem é escolha de cada um! E motivo de riso pra Leigos!
MINHA HISTÓRIA
Tentei muito ser Ateu, sabe!! Demais mesmo!
Tentei acreditar que num momento NADA existia e depois de um tempo um gigante planeta se origina e explode! Só e nada mais que só, a matéria se desenvolve formando seres inteligentes! Do Nada!
Precisei de muita fé!
Como sozinho não conseguia tamanha fé, Estudei em livros, revistas, internet, com professores! Mas só quando conheci os mais Conceituados pensadores ateus com seus argumentos e pseudo-provas admiti:
“É, esses homens só podem ter vindo de Macacos!”- Aceitava, por fim, a Auto-evolução
Porém depois, vendo “seres parecidos com macacos” na TV e Zoológicos pensei:
“Como podem existir!? Nós somos a evolução deles!… Já sei… ou eles não existem ou são VIAJANTES DO TEMPO! Vieram do Passado! Serei um grande Ateu à procura de provar uma das duas teorias!
Pouco tempo depois filosofei: Pra quê pensar se na morte nada terei, a não ser, seres me decompondo!!! (Tinha virado realmente um Ateu)
Tempos depois conclui que tudo isso é uma REPULSIVA razão humana e comecei a estudar o que NÃO conhecia!
Com a pouca fé que tenho em Deus e com 15 anos de idade admito:
NÃO FUI CONVENCIDO!!!
Se você foi, estude um pouco sobre Deus e depois venha contra-argumentar!
16/09/2008 às 7:27 am
Com todo respeito ao cidadão que escreveu o texto acima, não me parece que ele esteja dizendo a verdade quando se diz um ex-ateu.Ele defende tando a necessidade de um deus criador, mas demonstra desconhecer total a Bíblia. E este livro é, sem qualquer dúvida, responsável pela disseminação da informação sobre a suposta existencia de um deus criador, bom, justo e amoroso, mas contraditoriamente revela um deus cruel, sanguinário, e intolerante ao extremo, semelhante aos ditadores mais crueis que já governou alguns povos. O deus que este cidadão defende tanto é segundo a lenda (Livro de Levítico - Velho Testamento) o responsável pela instituição da escravidão; é também o criador da escravidão sexual. Diante disto, só posso concluir que o “deus criador”, tão admirado e adorado por esse suposto “ex-ateu” não passa de uma invenção, uma criação humana, um produto oriundo de mentes pervertidas, doentias e ignorantes.
28/09/2008 às 10:23 pm
Adauto,
Você não me faltou de forma alguma com o respeito!
Tem razão: Não consegui ser ateu!
Tenho um conhecimento considerável da Bíblia, sim!
Peço desculpas se fui rude com o ateísmo, pois senti uma filosofia barata e também agressora!
O “Lendário” livro de Levíticos entre outros da bíblia sofre da mentalidade da época!!
Mas não é prova de que Deus não existe!
Mostre-me como a matéria sem inteligência, por si só, deu inteligência aos seres!!
(alguns dizem:)
– “A necessidade fez desenvolver-se o raciocínio.”
A satisfação de uma necessidade só ocorre quando se raciocina ou é passada direta ou indiretamente essa capacidade!
É, pode ser que eu tenha necessidade de acreditar num Deus-criador! Mas tenho uma necessidade maior de certeza pra deixar de acreditar!
Espero contra-argumentações que, por favor:
– Não use a visão teológica antiga
– Não declare que Deus é uma invenção humana sem provar!
29/09/2008 às 7:55 pm
O Deus- é, infinitamente bom, infinitamente misericordioso. Mas a existência do Inferno demonstra-nos que não é assim.
Atentai bem ao meu raciocínio: Deus podia – porque é livre – não nos ter criado; mas criou-nos. Deus podia – porque é todo poderoso – ter-nos criado todos bons; mas criou-nos bons e maus. Deus podia – porque é bom – admitir-nos todos, após a morte, no seu Paraíso, contentando-se, como castigo, com o tempo de sofrimento e atribulações que passamos na Terra. Deus podia, em suma – porque é justo – não admitir em seu Paraíso senão os bons, recusando ali lugar aos perversos; mas, neste caso, deveria destruir totalmente os maus com a morte, e jamais condená-lo aos sofrimentos do Inferno. E isto porque quem pode criar, pode destruir; quem tem poder para dar a vida, também tem o poder para tirá-la, para aniquilá-la.
Vejamos: vós não sois deuses. Vós não sois infinitamente bons, nem infinitamente misericordiosos. Sem vos atribuir qualidades que não possuís, eu tenho a certeza de que, se estivesse em vossas mãos – sem que isso vos exigisse um grande esforço, e sem que, de aí, resultasse para nós algum prejuízo moral ou material – evitar a um ser humano uma lágrima, uma dor, um sofrimento, eu tenho a certeza, repito, que o faríeis imediatamente, sem vacilar nem titubear. E, todavia, vós não sois infinitamente misericordiosos.
Sereis, por acaso, melhores e mais misericordiosos que o Deus dos cristãos?
Porque, enfim, o Inferno existe. A Igreja faz alarde dele: é a horrível visão, com a ajuda da qual semeia o pavor no cérebro das crianças e dos velhos, e entre os pobres de espírito e os medrosos; é o espectro que se estala na cabeceira dos moribundos, na hora em que a morte os arrebata toda a coragem, toda a energia, toda a lucidez.
Pois bem, o Deus dos cristãos, esse Deus que dizem cheio de piedade, de perdão, de indulgência, de bondade e de misericórdia, precipita para todo o sempre, uma parte dos seus filhos, num antro de torturas as mais cruéis, e de suplicias as mais horrendas.
Oh! Como ele é bom! Como ele é misericordioso!
Vós conheceis certamente estas palavras das escrituras: “Muitos serão os chamados, mas poucos os eleitos”. Bem abusos do seu valor, estas palavras significam que o número de salvos será ínfimo, enquanto que o número de condenados há de ser considerável. Esta afirmação é de uma crueldade tão monstruosa que os deístas têm procurado dar-lhe um outro sentido.
Mas pouco importa: o Inferno existe, e é evidente que os condenados – muitos ou poucos – aí sofrerão os mais dolorosos tormentos.
Agora, pergunto eu: a quem podem beneficiar os tormentos dos condenados? Aos eleitos? – Evidente que não. Por definição, os eleitos serão os justos, os virtuosos, os fraternais, os compassivos: e seria absurdo supor que a sua felicidade, já incomparável, pudesse ser aumentada com o espetáculo de seus irmãos torturados. Aos próprios condenados? – também não, porque a igreja afirma que o suplicio desses desgraçados jamais acabará; e que, pelos séculos dos séculos, os seus sofrimentos serão tão horripilantes como no primeiro dia.
Então?… Então, aparte os eleitos e aparte os condenados, não há senão Deus, não pode haver senão ele. É, pois, Deus, quem obtém benefícios aos sofrimentos dos condenados? É, pois, ele, esse pai infinitamente bom, infinitamente misericordioso, que se regozija sadicamente com as dores e que voluntariamente condena os seus filhos?
Ah! Se isto é assim, esse Deus aparece-nos como carrasco mais feroz, como o inquisidor mais implacável que imaginar se pode.
O inferno prova que Deus não é bom nem misericordioso – a existência de um Deus de bondade é incompatível com a existência do inferno.
E de duas uma: ou o inferno não existe, ou Deus não é infinitamente bom.
10º argumento: O problema do mal
É o problema do mal que me fornece material para o meu último argumento contra o Deus-Governador, e, simultaneamente, para o meu primeiro argumento contra o Deus-justiceiro.
Eu não digo que a existência do mal – mal físico e mal moral – seja incompatível com a existência de Deus; o que digo é que é incompatível com o mal a existência de um Deus infinitamente poderoso e infinitamente bom.
O argumento é conhecido, ainda que o não seja senão pelas múltiplas refutações – sempre impotentes – que se lhes tem apresentado. Remontam-no a Epicuro. Tem, portanto, mais de vinte séculos de existência: mas, por velho que seja, conserva ainda todo o seu vigor. Esse argumento é o seguinte:
O mal existe. Todos os seres sensíveis conhecem o sofrimento. Deus, que tudo sabe, não pode ignorá-lo. Pois bem, de duas, uma: Ou Deus quer suprimir o mal e não pode; ou Deus pode suprimir o mal e não quer.
No primeiro caso, Deus pretendia suprimir o mal, porque era bom, porque compartilhava das dores que nos aniquilam, porque participava dos sofrimentos que suportamos. Ah! Se isso dependesse dele! O mal seria suprimido e a felicidade reinaria sobre a Terra…
Mais uma vez Deus é bom, mas não pode suprimir o mal – não é todo poderoso.
No segundo caso, Deus podia suprimir o mal. Bastava que o quisesse para que o mal fosse abolido. Ele é todo poderoso e não quer suprimir o mal; portanto, não é infinitamente bom.
Aqui, Deus é todo poderoso, mas não é bom; acolá, Deus é bom mas não é todo poderoso. Para admitir a existência de Deus, não basta que ele possua uma destas perfeições: poder ou bondade. É indispensável que possua as duas.
Este argumento nunca foi refutado. Entendamo-nos: ao dizer nunca foi refutado quero dizer que, racionalmente, ninguém a pode ainda refutar, embora tenham ensaiado isso muitas vezes. O ensaio de refutação mais conhecido é este:
Vós apresentais em termos errôneos o problema do mal. É um equivoco atirar para cima de Deus toda a responsabilidade. Bem, é certo que o mal existe – é inegável; mas só o homem é responsável por ele. Deus não quis que o homem fosse um autômato, uma máquina, que obedece cega e fatalmente. Ao criá-lo, Deus deu-lhe completa liberdade – fez dele um ser inteiramente livre; e, conforme com essa liberdade, que generosamente lhe outorgou, concedeu-lhe a faculdade de fazer dela, em todas as circunstâncias, o uso que quisesse. E se o homem, em vez de fazer uso nobre e justiceiro deste bem inestimável, faz dele um uso criminoso, porque seria injusto: devemos acusar mais é o homem, o que é razoável.
Eis a clássica objeção. Que é que ela vale? Nada!
Eu explico-me: façamos distinção entre o mal físico e o mal moral. O mal físico é a doença, o sofrimento, o acidente, a velhice, com o seu cortejo de vícios e enfermidades; é a morte, que implica perda de seres que amamos. Há crianças que nascem e que morrem, dias depois de seu nascimento, e cuja vida foi um sofrimento permanente. Há uma enorme multidão de seres humanos para quem a vida não é mais do que uma longa série de dores e aflições: seria preferível que não tivessem nascido. E, na ordem natural, as epidemias, os cataclismos, os incêndios, as secas, as inundações, as tempestades, a fome, constituem uma soma de trágicas fatalidades que originam a dor e a morte.
Quem ousará dizer que o homem é o responsável por este mal físico? Quem não compreende que se Deus criou o Universo, dotando-o com as formidáveis leis que o regem, o mal físico não é senão uma destas fatalidades que resultam de um jogo normal das forças da natureza? Quem não compreende que o autor responsável destas calamidades é, com toda a certeza, quem criou o Universo e quem o governa?
Suponho que, sobre este ponto, não há contestação possível. Deus que governa o Universo, é o responsável pelo mal físico. Esta resposta seria suficiente, e, no entanto, vou continuar.
Eu entendo que o mal moral é tão imputável a Deus quanto o mal físico. Se Deus existe, foi ele que presidiu à organização do mundo físico. Por conseqüência, o homem, vítima do mal moral, como do mal físico, não pode ser responsável por um nem por outro.
Deus é um ser mágico que veio do nada, criou o universo e tortura eternamente aqueles que não acreditam nele, porque os ama.
10/11/2008 às 3:34 pm
Você é uma vergonha para os ateus que se dedicam a estudar as nuances da Bíblia através de uma leitura menos débil do que a de Christopher Hitchens e seus “coleguinhas”. Feche este blog antes que cause mais danos à humanidade.
Abraços.